Salin, com os olhos ainda nublados e a pele ruborizada, desceu as pernas da cintura de Jun-ho. Seus pés tocaram o chão de metal com uma leve instabilidade, e ele deu um empurrão suave, mas decidido, no peito do marido, afastando-o apenas o suficiente para recuperar o fôlego.
— Chega de metal frio por hoje — Salin murmurou, a voz ainda arrastada pelo prazer, mas com um brilho travesso voltando ao olhar. — Vamos continuar isso no banho.
Jun-ho soltou uma risada baixa, um som rico e rouco que não carregava mais o peso morto do estresse de antes. A fúria não tinha desaparecido totalmente, mas tinha sido canalizada, domada pela presença de Salin. Ele observou o mais novo tentar ajeitar o terno desalinhado, mas não permitiu que ele desse mais do que dois passos.
— Você acha mesmo que eu vou deixar você caminhar até lá? — Jun-ho perguntou, arqueando uma sobrancelha.
