MyrEddard Stark e Arya Stark estão no palácio de Luke Sarnor, o governador de Saath.
Luke Sarnor: O que deseja, senhor Stark?
Eddard Stark: Gostaria de falar com meu filho Jon.
Luke Sarnor: O seu filho, senhor Stark? O filho que você não defendeu quando ele precisou de você?
Eddard Stark, desviando o olhar de vergonha.
Eddard Stark: É por isso que preciso falar com ele. Eu preciso me desculpar pelas minhas atitudes.
Luke Sarnor: Ok, um homem o guiará até o palácio imperial. Quando estiver na presença do imperador, você se curvará a ele. Isso é um reconhecimento de que ele governa estas terras. A Casa Arryn foi arrogante ao ousar chamar meu filho de bastardo, ordenar uma aliança e insultar a honra do imperador. Agora, todos os acordos entre o Império Sarnor e o Vale estão congelados.
Eddard Stark fica em silêncio.
Luke Sarnor: Guardas, levem-nos para o palácio imperial.
Uma guarda imperial, com armadura de aço valiriano, os guia até a capital imperial, depois de passagem pelos obstáculos de ferro eles chegam à capital real.
Eddard Stark e Arya Stark estão em uma sala cheia de luxo e ouro puro.
Wyman Manderly fica em puro choque.
Robert Glover, herdeiro de Deepwood Motte.
Dacey Mormont Uma herdeira da Casa Mormont.
Jon Umber Herdeiro da Última Lareira, conhecido como Greatjon Umber.
Maege Mormont Conhecida como a Ursa, chefe da Casa Mormont e Senhora da Ilha dos Ursos.
Jon Chan Sarnor está sentado em seu trono, feito de ouro puro.
Rhaella Targaryen , a rainha viúva do rei louco, está ao lado dele, sentada em seu trono.
Viserys Targaryen e Daenerys Targaryen , os governantes de Volantis, estão ao lado.
Ao redor, comerciantes, nobres, plebeus, professores, mestres, junto com o pai da cidade de Kayakayanaya, Aric, Grande Pai da cidade de Bayasabhad, Eldrin, Grande Pai da cidade de Shamyriana, Thalion.
Arauto: Apresento sua majestade imperial, Eddard Stark, chefe da Casa Stark, Senhor de Winterfell e Protetor do Norte.
Robert Glover: O homem mais forte, herdeiro de Deepwood Motte.
Dacey Mormont: Uma herdeira da Casa Mormont.
Jon Umber: Herdeiro da Última Lareira, conhecido como Greatjon Umber.
Maege Mormont: Conhecida como a Ursa, chefe da Casa Mormont e Senhora da Ilha dos Ursos.
Wyman Manderly é o senhor de Porto Branco e chefe da Casa Manderly. Ele também possui vários títulos honorários: Guardião da Faca Branca, Escudo da Fé, Defensor dos Despossuídos, Lorde Marechal de Mander e Cavaleiro da Ordem da Mão Verde.
Jon Chan Sarnor: Eles irão esperar.
Jon Chan Sarnor: Fale, Pai das três grandes cidades irmãs?
Grande Pai da cidade de Shamyriana, Thalion: Sua majestade imperial, viemos pedir que o senhor nos ajude.
Jon Chan Sarnor: E por que eu iria ajudá-lo?
Jon Chan Sarnor: Eu me lembro da Guerra da Unificação de Yi-Ti, quando os três Grandes Pais não deixaram minha caravana passar pelas ocultas de sua cidade. Tive que conquistar Qarth para comprar mais homens para lutar por mim.
Grande Pai da cidade de Kayakayanaya, Aric: Você não passa de um bastardo imundo e um tolo estúpido que não sabe seu lugar no mundo.
Todos olham para ele.
Jon Chan Sarnor: Esses são os problemas de vocês, nobres ricos e pessoas de grandes casas e religiões. Vocês duvidam de uma pessoa, duvidam da capacidade só porque a criança nasceu do lado errado da cama. Veja agora, Pai Aric.
Jon Chan Sarnor zombou.
Jon Chan Sarnor: Eu unifiquei Yi-Ti, ameacei os Sete Reinos com o fogo do meu grifo e fiz meus inimigos temerem a mim.
Jon Chan Sarnor: Eu me pergunto, será que a cidade de Kayakayanaya queima bonita ao anoitecer?
Grande Pai da cidade de Shamyriana, Thalion, se ajoelha: Eu peço desculpas pela estupidez do Grande Pai Aric.
Jon Chan Sarnor: Retirem-no. A partir de hoje, nem uma caravana irá passar na cidade de Kayakayanaya, nem um grão de pão irá para Kayakayanaya.
Os guardas retiram o Pai Aric.
Chai Meiryn entra com uma barriga de nove meses, e seus dois filhos atrás dela, acompanhada pela guarda real feminina.
Lyra Sarnor entra com suas duas filhas e sua guarda real feminina atrás dela. Junto dela estão os filhos de Gendry Baratheon, junto com sua esposa, uma nobre de Essos.
Prentys Tully entra e olha para o marido de sua tia, uma nobre comerciante de Volantis. Prentys Tully agora lidera a companhia comercial das Ilhas de Verão.
Ned: Imperador Jon Chan Sarnor, venho pedir desculpas ao senhor pelo desrespeito do meu vassalo.
Atrás do trono, algo se mexe e levanta a cabeça: é seu grifo, que ruge e olha em direção a Robert Glover.
Robert Glover se curva e pede desculpas.
Jon Chan Sarnor: Lord Stark, você a trouxe?
Ned acena com a cabeça: Está no meu navio.
Jon Chan Sarnor: Irei ordenar que meus guardas imperiais a peguem; afinal, ela merece todo o respeito.
Ned abaixa a cabeça e, com os olhos tristes, levanta a cabeça e olha para Jon: Me desculpe, Jon, por tudo.
Jon Chan Sarnor: Claro, irei fazer um acordo comercial com o Norte e somente com o Norte.
Jon Chan Sarnor olha para Maege Mormont e Wyman Manderly.
Jon Chan Sarnor: Irei fazer um acordo comercial com os dois. Seja bem-vinda à Guilda Comercial, lady Maege Mormont, e lord Wyman Manderly.
Wyman Manderly: Obrigado, imperador.
Maege Mormont: Obrigada, imperador.
Jon Chan Sarnor olha para seu tio: Lord Stark, gostaria que a Arya fosse criada aqui em Sarnor. Você permitiria isso?
Arya olha para seu pai, com os olhos brilhando de desejo.
Ned: Claro, eu irei permitir.
Jon Chan Sarnor se levanta: Senhores e Senhoras, o nascimento dos meus filhos está próximo, e meu casamento com Allyria Dayne e Ashara Dayne, junto com Alys Stark, a filha legítima de Brandon Stark, e o casamento do meu primo William Stark com um membro da nobreza de Essos.
Ned fica confuso.
Jon Chan Sarnor levanta a mão e impede que Ned fale, chamando um servo que entrega os papéis.
Ned e seus homens leem os papéis.
Casamento entre Ashara Dayne e Brandon Stark:
Testemunhas:
Mão do Rei Jon ConningtonPrincesa Elia MartellPríncipe Rhaegar TargaryenRainha Rhaella TargaryenSepto de Harrenhal
Ned: Me diz, imperador Jon Chan Sarnor, William Stark vai querer Winterfell?
Imperador Jon Chan Sarnor: Ele não quer; afinal, ele é um nobre do meu império
Jon sai da sala do trono com sua esposa e filhos e guia Chai Meiryn até a ala médica, onde espera até que a pousada estoure. Professores, curandeiros e médicos entram e realizam o parto de Chai Meiryn.
Chai Meiryn e Jon Chan Sarnor olham para as crianças recém-nascidas:
Sienna
Lyra
Chai Meiryn olha para seu marido com amor: "Eu te amo."
Jon, cheio de emoção e alegria, responde: "Eu também te amo."
Jon Chan Sarnor sai da sala, observa os guardas femininos e masculinos e dá uma ordem:
Jon Chan Sarnor: "A não ser que seja uma ordem direta minha ou da imperatriz, ninguém entra."
Os guardas acenam.
Jon Chan Sarnor sai e vai para outro quarto, onde vê sua avó Rhaella dormindo com suas duas filhas, Alysanne e Visenya Targaryen.
Jon dá um beijo na testa de sua avó e olha para suas filhas:
Jon: "Eu irei protegê-las, não deixarei que ninguém toque nelas."
Jon sai do quarto.
No dia seguinte, a capital está em festa por causa do nascimento das filhas do imperador.
As celebrações na capital estavam em pleno andamento. Bandeiras coloridas tremulavam nas ruas, e os cidadãos se reuniam para festejar o nascimento das filhas do imperador. Músicos tocavam melodias alegres, enquanto dançarinos exibiam suas habilidades nas praças. O aroma de comidas deliciosas pairava no ar, atraindo multidões famintas.
Jon Chan Sarnor observava a festa da sacada de seu palácio, um sorriso satisfeito no rosto. Ele sentia um calor no coração ao ver a alegria de seu povo. Cada risada e cada brinde eram uma lembrança de que a vida estava florescendo, e ele estava determinado a protegê-la.
Enquanto isso, Chai Meiryn descansava na ala médica, cercada por suas filhas. As pequenas Sienna e Lyra dormiam tranquilamente em seus braços. O amor que sentia por elas era avassalador. Com um olhar sereno, ela sussurrou:
— Vocês são o meu mundo.
No entanto, em meio à celebração, uma nuvem de preocupação pairava na mente de Jon. Ele sabia que governar era uma responsabilidade pesada e que, com o poder, vinham inimigos. Ele decidiu que precisava agir para garantir a segurança de sua família.
Reunindo seus conselheiros, Jon traçou um plano de proteção. Ele ordenou que as patrulhas fossem reforçadas e que um novo sistema de vigilância fosse implementado nas áreas ao redor do palácio. A segurança de Chai e das crianças era sua prioridade, e ele não hesitaria em tomar medidas drásticas, se necessário.
Enquanto isso, notícias de seu bom caráter se espalhavam. Nobres e plebeus enviavam presentes e congratulações, mas também surgiram rumores de um grupo dissidente que não via com bons olhos a ascensão de Jon. Ele sabia que precisava ficar atento.
Com o passar dos dias, os festejos continuaram por uma semana inteira , mas Jon sentia a tensão no ar. Ele decidiu que era hora de visitar as cidades vizinhas, para fortalecer alianças e garantir que o povo estivesse ao seu lado.
Ao se despedir de Chai Meiryn e das crianças, ele prometeu:
— Voltarei em breve. E quando eu voltar, trarei mais segurança e prosperidade para todos nós.
Chai sorriu, embora uma sombra de preocupação cruzasse seu rosto. Ela sabia que Jon era forte e determinado, mas também temia os desafios que ele poderia enfrentar.
Com o coração pesado, Jon partiu, determinado a proteger sua família e seu império. As ruas estavam cheias de vida, mas em seu interior, ele sentia que a verdadeira luta estava apenas começando.
Enquanto Jon percorria as cidades do seu império, o calor dos festejos ainda ressoava em sua mente. Ele sentia a responsabilidade pesada sobre seus ombros, mas também a determinação de cumprir sua missão. A cada parada, ele ouvia as histórias de seu povo, suas alegrias e preocupações. O calor da hospitalidade, os banquetes e as danças o lembravam do que estava em jogo.
Em Saath, uma mulher idosa o abordou, segurando a mão dele com força.
— Meu senhor, por favor, proteja nossas crianças. Elas são o futuro.
Jon acenou com a cabeça, comprometendo-se a cuidar delas, sentindo o peso daquela responsabilidade. Em cada cidade, ele se esforçou para ser mais do que um imperador; queria ser um líder em quem todos pudessem confiar.
Depois de um dia agitado em Qarth, onde trocou ideias com mercadores influentes e ouviu sobre as preocupações com os piratas que ameaçavam as rotas comerciais, ele partiu para Ibben. Ao pousar no Porto de Ibben, foi recebido por um mar de rostos curiosos. O comércio florescia ali, e Jon sabia que precisava garantir relações amistosas.
Mais ao sul, em Yunkai, ele se deparou com um clima mais tenso. Os cidadãos estavam divididos, e a desconfiança pairava no ar. Jon convocou uma reunião no grande salão e, com sinceridade, falou diretamente ao povo:
— Estou aqui para ouvir suas preocupações e trabalhar juntos por um futuro melhor.
Os murmúrios se acalmaram, e ele percebeu que sua disposição em dialogar começava a criar pontes.
Ao chegar em Meereen, as lembranças de antigas lutas ainda pairavam no ar. Jon estava determinado a mostrar que seu governo seria diferente. Ele passou o dia conversando com líderes locais, prometendo que a liberdade e a justiça seriam pilares de seu reinado.
Na Astapor, a libertação dos escravos ainda era um tema sensível. Jon se comprometeu a apoiar iniciativas que garantissem a dignidade de todos os cidadãos. Ele sentia que a luta contra a opressão era uma parte fundamental de sua missão.
Cada cidade que visitava trazia novos desafios, mas também novas oportunidades. Em New Ghis, as conversas fluíam sobre comércio e segurança, enquanto em Pentos, ele se reuniu com nobres para discutir alianças estratégicas.
Com o céu escurecendo, Jon alçou voo novamente, sentindo a brisa fresca em seu rosto. O horizonte se estendia diante dele, repleto de possibilidades. Ele sabia que os desafios estavam longe de acabar, especialmente com os rumores de um grupo dissidente se espalhando por sua terra.
Ao se aproximar de Braavos, Jon refletiu sobre a importância de unir seu povo. Ele sonhava com um império próspero, onde ninguém fosse deixado para trás. A cada cidade, ele se tornava mais forte e mais decidido.
Assim que pousou em Lorath, um mensageiro se aproximou, trazendo notícias preocupantes sobre os dissidentes. Jon apertou os lábios, ciente de que sua jornada estava apenas começando. Ele precisava voltar para casa, não só como um conquistador, mas como um protetor de todos os que acreditavam nele.
— Vou lutar por vocês — prometeu Jon, olhando para o horizonte com determinação.
Ele subiu novamente em seu grifo, pronto para enfrentar o que quer que viesse, com a certeza de que sua família e seu povo estariam sempre em seu coração.
Após suas visitas a cidades importantes, Jon decidiu expandir sua jornada e explorar novas regiões de Essos. Montando em seu grifo, ele voou em direção a Vaes Leqse, onde as construções de adobe refletiam a cultura vibrante do lugar. Os habitantes o receberam com entusiasmo, e Jon se sentiu energizado pela acolhida calorosa.
Em Hornoth, ele encontrou um povo resiliente, dedicado à agricultura. Durante uma refeição simples, os aldeões compartilharam histórias sobre suas lutas e conquistas. Jon prometeu apoiar suas iniciativas para melhorar as colheitas e garantir que ninguém passasse fome.
A próxima parada foi Vojjor, uma cidade famosa por suas tradições artísticas. Jon passou o dia conversando com artistas e artesãos, admirando suas obras. Ele percebeu que a cultura era uma força poderosa para unir as pessoas e decidiu investir em programas que promovem a arte local.
Samvi trouxe novos desafios. A cidade estava dividida por rivalidades antigas, e Jon sabia que precisava agir com diplomacia. Ele organizou um encontro entre os líderes da cidade, incentivando o diálogo e a reconciliação. Com paciência, conseguiu que as partes rivais concordassem em trabalhar juntas pelo bem comum.
Ao chegar em Kyth, Jon foi recebido por um líder militar que expressou preocupações sobre a segurança da região. Jon ouviu atentamente e prometeu enviar reforços, garantindo que a paz seria mantida.
Em Vaes Gorqoyi, a cidade era conhecida por suas especiarias exóticas. Jon se maravilhou com os mercados coloridos e as fragrâncias envolventes. Ele fez questão de aprender sobre as rotas comerciais e como poderia ajudar a expandi-las.
Rathylar era um lugar de sabedoria, com bibliotecas repletas de conhecimento. Jon passou horas conversando com eruditos, absorvendo informações sobre a história e a cultura da região. Ele sabia que o conhecimento era a chave para um governo sábio.
Quando chegou a Vaes Athjikhari, encontrou um povo que valorizava a harmonia com a natureza. Jon se comprometeu a apoiar iniciativas de preservação ambiental, reconhecendo a importância de proteger os recursos naturais.
Em Vaes Khewo, uma cidade conhecida por suas lutas de gladiadores, Jon assistiu a uma competição. Embora a cena fosse brutal, ele percebeu a importância do entretenimento para a população. Ele decidiu investir em eventos que promoviam a paz e a união, em vez da violência.
Por fim, em Vaes Graddakh, Jon encontrou um povo forte e determinado, que precisava de apoio para enfrentar uma seca severa. Ele prometeu ajudá-los com recursos hídricos e tecnologias agrícolas para garantir que suas terras pudessem prosperar novamente.
Com cada cidade visitada, Jon sentia que estava construindo uma rede de alianças e amizades. Ele sabia que ainda havia desafios pela frente, especialmente com os rumores de dissidência se espalhando. Mas, com a força de seu povo ao seu lado, ele estava determinado a enfrentar qualquer obstáculo.
Ao voar de volta para casa, Jon olhou para o horizonte, repleto de esperanças e promessas. Ele estava mais decidido do que nunca a proteger sua família e seu império.
Jon sobrevoou a vasta paisagem de Essos, sentindo a brisa fresca enquanto seu grifo cortava o ar. Ao longe, as águas do rio Sarnor brilhavam sob o sol poente, sinalizando que a capital imperial estava próxima. Seu coração se encheu de alívio e determinação ao pensar em voltar para casa.
À medida que se aproximava, ele pôde ver os altos muros da cidade e as torres imponentes do palácio. A capital, com sua arquitetura grandiosa e ruas movimentadas, era o coração pulsante de seu império. Sabia que, ao retornar, encontraria não apenas sua família, mas também os desafios que vinham com o poder.
Ao pousar no pátio do palácio, foi recebido por guardas e conselheiros. Todos pareciam ansiosos por notícias de sua jornada. Jon desceu do grifo, sua presença imponente imediatamente acalmando os ânimos.
— Meu senhor! — saudou um conselheiro. — O povo está ansioso por sua volta. Há rumores de descontentamento entre algumas facções. Precisamos de sua liderança.
Jon assentiu, a preocupação se formando em seu peito. Ele sabia que a unidade era frágil e que precisava agir rapidamente para garantir a paz.
— Reúna todos os líderes da cidade — ordenou Jon. — Quero uma assembleia no grande salão. É hora de mostrar ao povo que estamos juntos.
Enquanto se preparava para a reunião, Jon pensou em Chai Meiryn e nas crianças. Ele sentia falta delas e queria que soubessem que tudo o que fazia era por elas e pelo futuro do império. Ele precisava que elas estivessem seguras e felizes.
No grande salão, os nobres e representantes do povo se reuniram, formando um círculo de olhares expectantes. Jon subiu ao estrado, sua voz ecoando com autoridade.
— Meus amigos e aliados, voltei de minha jornada com novas perspectivas e determinação. Vi as lutas e esperanças de nosso povo, e sei que juntos podemos superar qualquer desafio.
Ele falou sobre suas visitas, compartilhando histórias de bravura e resiliência. À medida que falava, os rostos ao seu redor começaram a se iluminar, e a tensão no ar começou a se dissipar.
— No entanto, também soube de descontentamentos que estão surgindo. Precisamos ser transparentes, ouvir uns aos outros e trabalhar juntos. Estou aqui para servir, não apenas como imperador, mas como um membro de nossa comunidade.
Após sua fala, um murmúrio de aprovação percorreu a sala. Jon viu rostos familiares assentindo e sentiu uma onda de esperança. Ele sabia que a confiança era fundamental e que precisava construir laços fortes.
A assembleia continuou, com discussões abertas sobre como enfrentar os desafios que estavam por vir. Jon incentivou todos a expressar suas preocupações e sugestões, mostrando que cada voz importava.
Enquanto a reunião se desenrolava, Jon olhou pela janela do grande salão, observando o rio Sarnor fluir. Ele sentia que a correnteza representava a vida e a mudança que se movia através de seu império. Com determinação, ele prometeu a si mesmo que lutaria para garantir que essa correnteza sempre levasse seu povo a um futuro melhor.
Ao final da assembleia, Jon sentiu-se mais conectado ao seu povo do que nunca. Ele sabia que ainda havia muito a fazer, mas estava preparado para enfrentar qualquer desafio, com Chai e suas filhas como sua principal motivação.
